domingo, 4 de junho de 2017

7 Chiang Mai/Bangkok/Siem Reap (Camboja) - Dia 05/05/2017 - Dia de translados e expectativas

Dia 05/05/2017 – Sexta-feira

Como nosso vôo de Chiang Mai para Siem Reap no Camboja decolaria ás 10h15, e por ser um vôo internacional, com direito a ter que chegar 3 horas antes para o check in e todas as questões de despacho e embarque, tivemos que acordar cedo, tomar o café no hotel assim que abriu, e ir cedinho para o aeroporto, em minhas anotações consta o valor de Baths 40, mas não tenho certeza se anotei correto, creio que seja Baths 200, contratamos novamente a van do Boss, que nos trouxe do aeroporto em nossa chegada e também nos levou até o templo branco.

Nosso vôo saiu de Chiang Mai pousou em Bangkok e depois de 2h de espera (conexão) embarcamos para Siem Reap/Camboja essa cidade verdinha, cortada por rios.

Foto by Déa.

Nos aeroportos eu fiquei chocada com a quantidade de orientais como Chineses, Japoneses, Koreanos, fazendo compras no Free Shop e comprando sacolas e mais sacolas, mas depois eu iria entender o por quê (?)

Chegamos em Siem Reap e formos recepcionas por toalhas molhadas e um chazinho de capim limão, erva que é muito utilizada no Camboja, com orquídeas naturais e flores de lótus em cada canto do hotel. Tem como ser melhor recebido?

Foto by Déa.

Já fomos informadas que ganhamos 30 minutos de massagens nos pés e também o translado para o aeroporto no final da nossa estádia. Amor pelo Tara Angkor Hotel. (Vale dizer que esse hotel foi o que mais amei, e que todos os hotéis foram indicados e pesquisados pela amiga agente de viagem)

Cansadas dessa "função" de aeroporto, conexões, imigração, e como iríamos acordar muito cedo no próximo dia (às 4 da manhã), resolvemos poupar nossa forças e ficar curtindo o hotel.

Contratamos o guia Titi, indicado pela Larissa do Blog Vida Cigana, que fez um relato detalhado, com fotos lindíssimas e com a história de cada templo que fez com que eu quisesse imitar cada passo dela. (Pode ser?)
Em seu relato ela descreve a importância de contratar um guia para visitar o complexo de templos Angkor, pois, um é longe do outro e você vai precisar de transporte, não é muito bem sinalizado o que dificulta ir sozinha e ir de bike ou a pé requer um condicionamento físico, além de tempo, que não tínhamos e do sol forte que tira suas forças.
Ela também explicou que muitos templos estão deteriorados, e que a menos que você tenha estudado muito bem, e saiba quais templos você quer conhecer e principalmente onde ele fica geograficamente falando...o melhor é ter um guia.
Até entrei em contato via facebook com ela, pois, não conseguia deixar recado em seu blog, para tirar algumas dúvidas que restaram depois de ler o super relato dela e ela me atendeu "fofamente" e sanou todas as dúvidas que eu tinha. Obrigada Larissa.
Recomendo muito ler o post dela sobre a visita dela a AngkorE seguir o blog Vida Cigana.

Titi veio nos encontrar no hotel para combinar horários e maiores detalhes, a Michele e a Dione que falam melhor Inglês do que eu desceram para combinar esses detalhes com ele, depois, fomos para a piscina, comemos um lanche vegetariano maravilhoso, pedimos smothies lindos e saborosos, eu e a Michele entramos na piscina para dar uma relaxada e pela fotografa linda e maravilhosa, chamada Marta, eu virei uma sereia...rs

Foto by Marta
Ao voltar ao quarto ainda tinha essas mexericas de boas vindas do hotel.


Foto by Déa.
O Hotel fica no meio do caminho entre o centro da cidade e Angkor, é lindo, espaçoso e com um staff super atencioso.

Ao lado tem um mercadinho que além de água, batatinha importada tem uns biscoitinhos cambojianos que sentirei falta, de gengibre e capim limão, coco, e abacaxi.

Os tuk-tuks lindos e mais calmos que Bangkok cobram 3 dólares para ir até o centro da cidade, e como estávamos em 6 pessoas, sempre dava 1 dólar para cada uma.

O Sérgio nos abandonou e seguiu para Koh Tao, para um curso de mergulho com apneia, que vamos combinar é o sinônimo do poder...rs...E eu nem sei nadar!!!

Com tudo reservado, pesquisado e fechado, a expectativa era Angkor amanhã.

Um templo que eu não tinha a menor ideia que existia, e que só fui tomar conhecimento, quando a Dione me convidou para essa viagem, e comecei minhas pesquisas sobre a Ásia.

Sem dúvida o Camboja entrou na minha lista de lugares especiais que eu precisava conhecer, mas sem o peso de ser um lugar que eu levava em meu coração por muito tempo.

Era um amor recente, sem expectativas, esperando para ver literalmente.

Acho que não ter essa expectativa gigante te faz curtir o que aparecer, viver o presente, sem aquela euforia e ganância que a gente tem quando realizamos um sonho, e que devido a essa ansiedade muitas vezes não curtimos o momento.

Apesar de pesquisado, de parecer lindo, eu estava aberta para o que tivesse/fosse acontecer amanhã e já tinha decidido que seria maravilhoso, inesquecível e único.

E assim foi. E eu te conto Aqui

Se quiser dar um "pause" e saber um pouco sobre o Camboja, Clica aqui.

Para ler o dia anterior, Clique aqui

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