quinta-feira, 15 de junho de 2017

17 Ko Phi Phi/Pucket/Bangkok - Coloca o Pad Thai para fritar que eu estou voltando - Volta para Bangkok e visita ao Asiatique - A cara de Bangkok

Dia 15/05/2017 – Segunda-feira.

E a nossa segunda começou na correria da despedida de Ko Phi Phi.

Tomamos café no hotel, logo cedo, finalizamos nossas malas, descemos as danadas, desta vez via carrinho do hotel. (não disse que pra baixo todo santo ajuda)

Fizemos check out no hotel, minha conta aqui foi de Baths 80 (2 águas), por que, todos almoços e jantares nós já pagamos na hora.

E ficamos esperando nosso barquinho do hotel na recepção. (No nosso hotel ele é gratuito, mas como tudo é preciso de aviso e combinar horário)

Foto by Déa.

Tentei me preparar, mas confesso que de calça, molhar é certo. (Se bem que minha calça era fina e secou rapidinho)


O pessoal, mais esperto que eu, estavam de shorts, bermuda, vestido, façam como eles....rs

Fotos by Déa.

E na hora combinada nós partimos para o pier de Ko Phi Phi. (esse trajeto dura 5 minutos).

Foto by Déa.

Nosso ferry tinha que ser o das 9h00, pois, só esse horário dava tempo para chegarmos a tempo para nosso vôo. (esse trajeto dura 1 hora e já estava pago, pois, compramos assim que chegamos no aeroporto de Pucket, mas o Sérgio não tinha comprado e o fez na ilha mesmo).

O ferry foi partindo e essa maravilha de Ko Phi Phi foram ficando para trás, desci e acho que até dei uma cochiladinha.


Fotos by Déa.
As meninas passaram falando a viagem inteira que queriam encontrar um Italiano, qual não foi a nossa surpresa quando um homem se aproximou de duas delas e começou a conversar, quando elas perguntaram de onde ele era, ele disse: Italiano...

Morremos de rir, no último dia da viagem praticamente, o universo mandou o seguinte recado: Pede que atenderei! 

Por isso meu povo peçam com os mínimos detalhes tá? Pois o Italiano em questão não atendia a lista de exigências das moçoilas.

Bem ao chegar no píer, o Italiano passou em uma vespa e na garupa uma Tailandesa...rs...e nos deu "Ciao".

Essas meninas são exigentes, olha que a gente já teria uma casa para voltar. 
Para Pucket pelo menos...rs

Parecia filme da sessão da tarde, só que as meninas não encontraram mais ele...rs...mas de qualquer jeito foi um final feliz. (Para elas, para ele, só não para nós que queríamos um casa na praia..rs).

Ao chegar no píer contratamos uma van (7 pessoas – baths 200 cada) que nos levou até o aeroporto. (esse trajeto demora de 1h30 a 2h00 dependendo do trânsito)

Como estava perto da hora do almoço, comemos no aeroporto e esse tinha várias opções, eu comi no Burger King, que pasmem eu nunca tinha comido lá. 

Realmente essa viagem foram muitas primeiras vezes para diversas coisas...rs

Embarcamos...e voltamos para Bangkok.

Já descolados das regras pedimos que nossa van (Baths 195 cada) seguisse pela via pedagiada que é a mais rápida, no caso no valor já estava incluso ir por essa via.

No caminho combinando o que faríamos, eu disse para o pessoal que eu ia jantar no Asiatique, que eu queria muito conhecer, mas que ficassem a vontade para descansar, comer no hotel ou em outro lugar...

Por que, como já era tarde, nem dava tempo de tomar banho, se quisessem ir (?) (já era quase 19h00) era deixar a mala no quarto e ir...

E quase todo mundo topou, menos a Dione, que estava muito cansada e resolveu ficar no hotel, senti a falta dela, mas entendo-a não ter ido.

Era nossa última noite na cidade, e não podia ter tido uma despedida mais legal.

Asiatique é uma mistura de parque, com feira de artesanato, lojas, comidas, circo, roda gigante, brinquedos futurísticos e é a cara de Bangkok.

Foto by Déa.


Assim que chegamos, Marta me deu um abraço e com um olhar muito sincero e generoso e me disse algo assim: "Obrigada, sem você a gente não teria conhecido tantos lugares lindos como esse." 

Achei muito fofo o reconhecimento e a gratidão dela.

Vanusa também me disse várias vezes durante a viagem: "Sem você essa viagem não teria sido tão incrível..."

E Mi, Bruna e Dio disseram várias vezes: Essa sua planilha deve ter dado um trabalho danado...rs

Me senti elogiada, envergonhada, feliz, orgulhosa e grata que tenham visto essa característica minha como boa, por que, confesso que ficava preocupada toda vez que mandava minha planilha de pesquisas para eles, de se sentirem obrigados.

Tanto que falava: Gente é só um guia, dicas, não é um roteiro, uma imposição...rs

Por que tem gente que não gosta de pesquisar nada, tem gente que não tem tempo para isso (que acho era o caso do pessoal) e tem gente como eu que adora começar a viajar antes de embarcar.

Eu adoraria caso tivesse bastante tempo no lugar, vivenciar a cultura local, me misturar com as pessoas que vivem lá, deixar a viagem me levar, mas quando você viaja com os dias contados, saber pra aonde quer ir, faz muita diferença, na minha opinião.

Administrando claro as frustrações que vão surgindo no caminho, por que, no roteiro tudo é perto, funciona, mas no lugar acontecem muitas coisas que fogem do nosso controle e muitas coisas acabam não sendo feitas, lugares não são visitados, passeios não acontecem. E você tem que lidar com a frustração.

Mas acho que funcionou muito bem nosso grupo, cada um contribuindo de forma linda com suas melhores características, respeitando as vontades e desejos de cada um, mas mesmo assim ainda ficamos juntos e fizemos a maioria das coisas em grupo.

Fotos by Déa


Fomos direto perguntar quanto era a roda gigante e que horas fechava e a roda pára junto com o Asiatique ás 24h00.

Foto by Déa.

Mas como era quase o último dia na cidade, dinheiro em baths acabando, achamos a roda um pouco cara (baths 300 = R$ 30,00).
E todo mundo já pobre de baths recoou.

Mas eu confesso que eu me arrependi de não ter ido, pois, me lembrei que as vivências na viagem, valem muito mais do que compras e anotei mentalmente essa dica para uma próxima.

E também ir só, caso não tenha companhia, nas coisas que deseja, pois, dificilmente voltarei a Bangkok e se isso acontecer, quando será?

Dicas anotadas para uma próxima...Jantamos no Ngai Noodle e eu comi Pad Thai de novo...rs...aff....e chá. (Baths 305). (Ah esqueci de falar em todos os posts que lá não te dão faca...só garfo e colher, o que é difícil para comer algumas coisas tipo não enfiar um camarão gigante na boca de uma vez, mas sobrevivemos).



Fotos by Garçonete

Foto by Déa


Na saída do restaurante, a Marta pediu para o recepcionista dizer obrigada na língua e na forma como fazem os Tailandeses. (Video by Marta)



Demos uma volta por lá...que tem coisas lindíssimas, diferentes, mais caras, mas muito charmosas. 
E eu peguei carona nessa vespa e voltei para o Brasil... (mas viaja essa figura né?)



Tínhamos combinado nos encontrar na área dos táxis quando fechasse e assim fizemos.

Como eu queria comprar água, a Van, Sérgio e Marta seguiram em um táxi para o hotel e as meninas gentilmente ficaram comigo.

Fomos até o Seven Eleven em frente comprar água e quando saímos do Seven tinha uma barraca de panqueca que ameiiiiiii (coma muitas por mim se você for á Tailândia) eu e a Bruna dividimos uma (Baths 40 cada), e o mocinho era doido pelo Brasil. (notem a vespa laranja ali no cantinho)


Vários tuk-tuk nos ofereceram para nos levar, mas o táxi saia mais barato, então voltamos de táxi (Baths 30 cada).

Tive que tomar banho, acordei infelizmente a Dione, e dormimos para nos despedir de verdade de Bangkok no dia seguinte.

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