sexta-feira, 9 de junho de 2017

11 Siem Reap/Pucket/Ko Phi Phi - Dia 09/05/2017 - Para onde tiver sol é pra lá que eu vou - Chegando no mar de Andaman.

Dia 09/05/2017 – Terça-feira

Tomamos café no hotel, que começava ás 6h00, e seguimos com nosso "transfer" gratuito dado pelo hotel para o aeroporto de Siem Reap (nosso hotel era bem próximo do aeroporto – 15 minutos), tínhamos que estar lá 3 horas antes, por que, apesar de ser um voo rápido era um voo internacional.

E assim despedimos-nos do Camboja com o desejo de um retorno em breve. (água U$ 1).
Foto by Marta
E chegamos em Pucket uma hora e vinte e cinco minutos depois, teríamos que fazer todos os tramites de entrada no país de novo, passar no Health Control, mostrar os certificados de vacinação ou isenção, mas o balcão estava fechado, carimbamos o passaporte novamente e voltamos a Tailândia.


Foto by Marta

No aeroporto um "folder' com um show com elefantes é distribuído logo que chegamos e mais uma vez meu coração se quebra. 
A única forma de acabar com essa exploração será quando não houver procura por esse tipo de entretenimento, citado no folder como o número 1 na Tailândia.

Foto by Déa

Faça sua parte, e se cada um fizer a sua, quem sabe um dia a gente chega lá, tanto para os humanos, quanto para os pobres animais.

Já não temos mais massacres no Coliseu, mas ainda temos massacres e genocídios como o do Camboja, os dos Judeus, o da Síria e de tantos outros desconhecidos por nós, assim como atentados terrorista, corrupção, nossa esse mundão não é tão bom não, mas é muito lindo!

No aeroporto de Pucket procuramos por balcão de empresa de transporte e lá mesmo compramos a van (já que somos um grupo, mas você pode ir de táxi que deve ser um pouco mais barato, ou não, é bem relativo esses valores cobrados) (Baths 200 cada) para o píer Rassada que é de onde saí o ferry boat para diversas ilhas e praias, inclusive para a ilha de Ko Phi Phi onde ficamos hospedados. (esse trajeto dura 1h30/2h00)

Também compramos os bilhetes para o Ferry Boat tanto da ida quanto da volta (Baths 1000), mas lembro que vi algumas plaquinhas na ilha desse trajeto mais barato, mas não sei se são seguros (?), enfim, nos compramos para garantir nosso retorno e você se não comprar no aeroporto faça isso tão logo chegue na ilha, para garantir seu retorno e se situar quantos aos horários do ferry, e fazer as contas de que horário precisará sair para chegar a tempo para seu voo de partida da ilha.

A empresa nos deu um voucher onde constavam os horários do retorno. 
Se não me engano:
9hs/11hs/14hs para a gente escolher.

Chegando ao píer Rassada uma moça nos pergunta qual hotel estávamos hospedadas e nos dá uma etiqueta para a gente colar na blusa. Comprei uma água (Baths 20).

Você mesma tem que carregar sua mala por estreitas pontes de madeira com subidinhas e descidinhas e com obstáculos de borracha que fazem com que você se arrependa de cada grama colocada na mala.

Mala empilhada junto com as demais (uma em cima da outra) é hora de procurar um assento no ferry, entramos em cima da hora e os assentos em cima já estavam lotados, então, descemos uma escadinha onde era a parte que o mar bate...rs (esse trajeto de ferry dura 1 hora).
Foto by Marta
Foto by Bruna


Foto by Déa.

Chegando ao Pier Ton Sai bay, o pier principal de Ko Phi Phi, diversos agentes de viagem, te oferecem de tudo, inclusive hotel, caso você não tenha reservado, mas eu não sou tão aventureira assim...rs

Foto by ?

Pela etiqueta colada na blusa, o barqueiro do hotel junta todos os hospedes e você tem que novamente descer sua mala, por uma ponte íngreme para chegar até o barco do hotel. (No caso do nosso hotel era grátis)

Foto by ?
(Eu desci rezando para eu conseguir parar...rs...pelo jeito o moço de vermelho (na foto) teve medo tbm....rs.... se você coloca a mala na frente ela te puxa com o peso, se você coloca atrás ela te empurra para baixo com o peso...rs...não tem negociação com a mala, como eu já caí em uma escada rolante na rodoviária com a minha mala, todo medo é pouco...rs).

Lá em baixo o barqueiro empilha novamente a sua mala junto com a dos outros hóspedes e seguimos viagem, naquele mar azul, horas verde, translúcido e incrível.

Foto by Déa.

Barcos maneiros cruzam nosso caminho, e volto a me lembrar de como os Tailandeses são coloridos, risonhos, simpáticos e um pouco "malandros". (Vídeo by Van)

video

Foto by Van

Felizmente o barco atraca na porta do hotel e fica aquela dúvida: é para a gente descer aqui, no meio do mar (?) ...
E a Vanusa pergunta para o barqueiro que ainda estava fazendo as amarras e ele nem responde direito, e o barco nem estava amarrado direito, quando a minha destemida amiga mete seus pés no mar...rs... (Uê se é pra descer vamos minha gente....rs...vocês estão esperando o quê? Alguém que os carregue até a areia? Rss - Pensamentos meu...rs)
...e você desce já sendo batizado pelas águas do mar de Andaman, graças a Buda, eles começam a carregar nossas malas até a recepção e é no muque mesmo meu povo, que dó do moço com a mala da Marta...rs (Vídeo by Van)

video


Foto by Van

E colocamos os pés no nosso hotel Bay View Resort.

Foto by Déa.

E criaturas místicas, dessa vez, Tailandesas voltam a cruzar o nosso caminho...rs

Foto by Déa.

Bom o hotel é numa montanha (como diversos hotéis na ilha), com diversas rampas de cimento e escadas (no caso do nosso quarto que ficava na parte da classe B do Titanik ...ops... do hotel...quase do lado do barranco final do hotel, onde ficam os quartos C, eram uma rampa e três lances de escadas subindo o morro acima) e a recepção, restaurantes, e café da manhã, claro ficam lá em baixo.

Suspiro!!!

Tem um carrinho de golfe, mas eu e a Vanusa não pegamos. 
O moço subiu minha mala e eu esqueci minha mochila lá em baixo...oh céus...e a Vanusa que foi um anjo, desceu para pegar para mim. (Obrigada Van)
Foto by Déa.
Ela ainda estava subindo a mala dela, quando o moço a socorreu.

Arrumamos as coisas rapidamente no quarto, que é bonito, limpo, e bacaninha, com uma varanda em todos, mas nossa vista é de outros bangalôs e não do mar, infelizmente. 
Mas se você faz questão de ver o marzão da sua janela é só pagar...rs

Como já era tarde, fomos até o centro para jantar (Baths 320).

Foto by Déa.

E como sobremesa finalmente um sorvete de coco que estava na minha lista. (100 Baths).

Foto by Déa.

Foto by Marta.

O melhor do nosso hotel era a localização, além da limpeza que é um item muito valorizado por mim.

Fomos pelo caminho mais longo o que demorou bastante, mais de uma hora, mas na volta descobrimos o caminho que faríamos quase todas as noites, e esse demora uns 20 minutos, dependendo das paradas pelo caminho nas diversas barracas de guloseimas e produtos á venda.

Foto by Déa.


E bora dormir para aproveitar a ilha amanhã.

Se você não leu o post anterior, Clica aqui

Para o dia seguinte. Clica aqui

Nenhum comentário:

Postar um comentário